O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira (10) que o grupo criado para revisar os chamados penduricalhos pagos a magistrados também deverá apresentar propostas para um novo modelo remuneratório da carreira.
Durante sessão do CNJ, Fachin disse que a comissão terá até seis meses para elaborar medidas voltadas à padronização, transparência e previsibilidade das verbas pagas no Judiciário. O trabalho incluirá o mapeamento de parcelas remuneratórias e indenizatórias recebidas por magistrados.
Segundo o ministro, o objetivo é construir um modelo compatível com os princípios da legalidade e com o Estatuto da Magistratura. O grupo contará com representantes de diferentes instituições e especialistas.

